A ARTE DA VIDA

terça-feira, 19 de julho de 2011

Retalhos de Minas Gerais

Depois de algum tempo sem postagem, quero registrar o Circuito Cultural e Artístico que fiz , em Minas Gerais, sonho que acalento a um bom tempo e que pude realizar no período de 14 a 18 de julho.

Fui a Pirapora-MG, participar de uma Oficina de Bordados com a Família Dumont, e mais do que uma oficina de bordado, foi uma oficina de como viver a vida!

Estou retornando muito emocionada por tudo que vivenciei esta semana: muito carinho, aconchego, arte, integração, cultural, turismo e lazer!

Vou compartilhar assim os momentos mais significativos:

Circuito Bordando Quintais
Circuito Bordando Quintais
Comecei minha incursão tão desejada pelo interior de Minas Gerais .

O Circuito de Artes se iniciou por Pirapora, cidade brejeira a margem do Rio São Francisco, chamado pelos poetas de Velho Chico.

Saí de Belém para Brasília de avião e de lá chegamos de carro em Pirapora, passando por Paracatu!

Que viagem feliz , harmoniosa e de muito aprendizado!

Viva minhas mais remotas recordações dos ancestrais mineiras!

Viva meu pai, Bento esteves, meu avô Antonio , minha avó Placidina e meus tios Belmiro, Benildo, Benício , Beatriz e Berenice, minha família mineira de Alfenas!


Brasília -Hospedada na Casa de Sávia Dumont
Hospedada por Sávia Dumont

Num ambiente aconchegante e repleto de artes fui hospedada em Brasília por Sávia, que me acolheu com muito amor e alegria!
Obrigada Sávia

Viagem de Carro de Brasília para Pirapora-MG

Viagem de Brasília a Pirapora

Paracatu-MG
Visitando Paracatu

Pirapora-MG
Cartão Postal-Pirapora-MG

Conhecendo Pirapora com Antônia Diniz
Passeando por Pirapora

Pirapora-Cultura, arte , tradição e turismo
Flash de Pirapora sua cultura e tradições

O ICAD-Instituto Cultural Antônia Diniz
Conhecendo o ICAD -IInstituto de Cultura Antônia Diniz

Os Projetos da Família Dumont
O grupo reunido no ICAD

  Oficina Bordando Quintais com Sávia Dumont
Oficina Bordando Quintais -Meus primeiros pontos com Sávia

Bordando e interagindo com Antônia Diniz e suas pupilas
Momentos da Oficina-Aprendizado, descontração e integração


Burutizeiro-Onde bordamos à sombra das árvores e tendo a lua como nossa anfitriã
Bordando no Buritizeiro ao final da tarde com a lua a nos espiar

Momentos  de Relaxamento e Contemplação
Bordando em Burutizeiro
Passeio no Barco à Vapor no Rio São Francisco- O único em operação no Brasil
Passeio de barco
Natureza, descontração , arte e muita fraternidade no passeio sobre o Velho Chico
Poses no São Francisco

Bordando no Barco em excelentes companhias
Bordando no Barco

As flickeiras juntas fazendo a alegria do passeio
As flickeiras bordando no barco




quarta-feira, 27 de abril de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Os Doze Pontos de Ouro da Vóvo


Depois de um bom tempo fora do blog, volto trazendo a indicação de um bom livro, indicado pela minha amiga Roselaine, que na Troca 4ª Colcha de Fuxicos, que fazemos no Grupo Mundo dos Fuxicos (flickr) me mandou um amoroso bilhetinho e  a indicação dos Doze Pontos de Ouro da Vovó, cuja Agulha de Ouro fazia tudo com amor:


Os doze pontos de Ouro da Vovó, que ela transcreveu na cartinha, me chamaram a atenção e fui atrás para ver se era um livro e encontrei na santanet, toda a indicação que a seguir faço para compartilhar com vocês:


Os doze ponto de Ouro da Vovó:


1- Assumir um compromisso;
2-Estabelecer uma meta;
3-Fazer sempre um trabalho de qualidade;
4-Assumir responsabilidade e ser responsável;
5-Fazer um plano de trabalho e executá-lo;
6-Fazer da aprendizagem um hábito para a vida inteira;
7-Cooperar;
8-Contribuir e acrescentar algo;
9-Persistir apesar das dificuldades;
10-Comunicar-se eficientemente;
11- Viver com integridade;
12-Celebrar a Vida.


Estas lindas lições podem ser encontradas no Livro Doze Pontos de Ouro, cuja sínopse apresento a seguir:


DOZE PONTOS DE OURO DE VOVÓ - Aliske Webb

Alice Myers é uma sábia senhora de oitenta e cinco anos, que mora em um condomínio para idosos.
Todo mês ela é visitada por Jennifer e Susan, suas duas netas, acompanhadas da mãe. Em uma atmosfera de muito afeto, Vovó, uma especialista na arte de confeccionar quilts – tradicionais colchas americanas feitas e bordadas à mão , passa a ensinar às duas jovens universitárias essa arte, sob o olhar atento e carinhoso da nora.
Mas, na verdade, as lições simples da Vovó vão muito além das técnicas artesanais utilizadas nas colchas.
Cada uma das doze lições fundamentais do trabalho manual constitui uma metáfora profunda de um outro tipo de costura – aquela que une, dá forma e consistência aos ‘tecidos’ de suas vidas. Tem início, então, uma verdadeira gestação de colchas e de princípios e valores de vida. No nono mês, como em uma gravidez, acontece a realização – as colchas das netas estão concluídas, os doze pontos de ouro – as lições fundamentais para construir com dignidade a vida – devidamente assinalados, mas a jornada de Vovó chega ao fim.
Apesar da dor da perda, Susan e Jennifer se empenham em terminar a colcha que Vovó deixou inacabada e que seria um presente-surpresa para sua mãe, e percebem que sua avó, além de todos os legados, lhe deixou mais um-  a metafórica agulha de ouro – fazer tudo com amor.




terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

WHORSHOP BORDANDO MANDALAS

Venha participar conosco desta oportunidade ímpar de aprender a bordar e fazer um retrospeto de sua vida!




segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

RETALHOS DO PARÁ - SEGUNDA AVENTURA

Esta semana visitamos alguns municípíos, que nos levariam a nosso alvo-Colares!

E foram muitas descobertas, que vamos devagarzinho contando para vocês
.

De Belém saímos as 11:00 do dia 12/02/2011 com destino a Colares e até lado foi um trajeto cheio de paradas e surpresas .


Almoçamos na beira da estrada (BR-316) , a altura de Benevides, no Restaurante Goiano, onde sempre comemos uma galinha caipira, feita na lenha! Fogão de lenha, comidinha caseira e saborosa e as lembranças de minha origem mineira!



Entramos em seguida e conseguimos registrar alguns pontos do Municipío de Santa Izabel, cidadezinha onde passei a década de 70 e 80, levando minhas filhas nos finais de semana  para a casa das tias paternas.

                                                             SANTA IZABEL DO PARÁ

Muitas lembranças de pessoas queridas que já se foram: Nonoca, Lelé Mimita. Já não existe mais a casinha simples e aconchegante delas, a casa ruiu, o mato se apoderou da paisagem, mas as lembranças ficarão para sempre. lembranças de amor incondicional, alegria, crianças, fuzarca , enfim infância saudável de minhas filhas  e seus primos. O Hospital ao lado da residência delas, a Igreja Matriz são marcos desta época tão feliz!



                                                       SANTO ANTÔNIO DO TAUÁ
Passamos por Santo Antônio de Tauá, localidade de muita prosperidade, com granjas, e muita atividade agrícola , onde se situam vários sítios com igarapés e locais que ainda preservam ecologicamante o meio ambiente.Sempre passamos por lá para visitar amigos e gozarmos de finais de semanas amenos e próximos a natureza. s

                                                                      COLARES

De Santo Antônio singramos para Colares, sem saber que teríamos que atravessar um rio, Guajará Mirim, que cerca uma localidade chamada Penha Longa e que dista aproximadamente 300 metros de Colares! Colares é uma ilha, e isto para nós foi uma surpresa!
                                                                  





Outra surpresa é de que a cidade se mantém fervorosamente ligada as estórias de Et´s e chupa-chupa, tendo
adquirido um caracter místico que se encontra em toda parte: nas lojas, nos restaurantes, nas residência, nas festividades.



E lá conhecemos uma pessoa muito especial, Ângela Miranda, cantora e proprietária de uma pousada e de um  bar com nome muito simpático " Canto Verde". Adoramos o Bar, decorado com flores e Et, e passei uma tarde linda bordando a paisagem da cidade, ouvindo musica popular brasileira.Para nossa surpresa, sua pousada que só recebe hóspedes especiais, nos foi oferecida e lá pudemos desfrutar realmente do encanto de Colares, principalmente pela presença cativante de Ângela Miranda.
                                                                  
                                                                BAR CANTO VERDE


POUSADA CANTO VERDE

No domingo  Augusto e eu, fomos visitar sítios ecológicos, pontos turísticos  maravilhosos e encerramos nossa visita com poses especiais na praia, na companhia de nossa anfitriã.






Linda Colares , com seus encantos e mistérios!






segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

RETALHOS DO PARÁ -UMA AVENTURA

Conhecer o Pará meu estado querido, sempre foi um desafio, que a partir deste final de semana começamos a por em prática!Eu e o meu companheiro, Augusto.


Tenho ultimamente buscado alternativas para um estado depressivo, ainda suave, mas que me deixa absolutamente frustrada, considerando a pessoa ativa que sou a maior parte do tempo.
Não deixá-la me dominar, reagir a ela, buscar formas de me dar prazer é o antídoto que uso contra ela.


Então vamos ao meu mais novo projeto, conhecer o  Pará, seus 144 municípios,  no ano de 2011. Se considerarmos que temos no ano aproximadamente  48 semanas, precisarei conhecer a cada final de semana 3 municípios e neles fotografar o que achei de mais interessante e um pouco de pesquisa sobre cada um deles!


Retalhos- porque são partes desta realidade chamada estado e porque amo tecidos, então os vejo como partes de uma grande colcha de retalhos..Uma aventura pois não sei ainda como viabilizarei a chegada aos municípios mais  distantes, mas estou de partida.


E vamos lá amigos, me acompanhar nesta aventura.



O Pará é uma das 27 unidades federativas do Brasil. É o segundo maior estado do país com uma extensão de 1.247.689,515 km², pouco maior que Angola, dividido em 144 municípios (com a criação de Mojuí dos Campos), está situado no centro da região norte e tem como limites o Suriname e o Amapá a norte, o oceano Atlântico a nordeste, o Maranhão a leste, Tocantins a sudeste, Mato Grosso a sul, o Amazonas a oeste e Roraima e a Guiana a noroeste.
O estado é o mais populoso da região norte, contando com uma população de 7.321.493 habitantes. Sua capital, Belém, reúne em sua região metropolitana cerca de 2,1 milhões habitantes, sendo a maior população metropolitana da região Norte.[5]Outras cidades importantes do estado são, Abaetetuba, Altamira, Ananindeua,Barcarena, Castanhal, Itaituba, Marabá, Parauapebas,Redenção, Santarém e Tucuruí. O relevo é baixo e plano; 58% do território se encontra abaixo dos 200 metros. As altitudes superiores a 500 metros estão nas serras de Carajás, Caximbo e Acari.
Os rios principais são, rio Amazonas, rio Tapajós, rio Tocantins, rio Xingu, rio Jari e rio Pará.


O Estado esta dividido em 12 regiões de integração, para facilitar a governabilidade dos serviços públicos estaduais, como a seguir:

Nível 01 
01. Região Metropolitana (5 municípios)
02. Região Guamá (18 municípios)
03. Região Caeté (15 municípios) 
Nível 02 
04. Região Araguaia (15 municípios)
05. Região Carajás (12 municípios)
06. Região Tocantins (11 municípios)
07. Região Baixo Amazonas (12 municípios) 
Nível 03 
08. Região Lago de Tucuruí (7 municípios)
09. Região Rio Capim (16 municípios)
10. Região Xingu (11 municípios) 
Nível 04 
11. Região Marajó (15 municípios)
12. Região Tapajós (6 municípios) 

Decidimos começar aleatoriamente  pela Região Guamá, a mais próxima da Região Metropolitana de Belém, onde moramos visitando os  municípios de Terra Alta, Curuça e Marapanim.
Todos esses municípios são ligados a Castanhal- Muncípio pólo da região, através de  Rodovias Estaduais  asfaltadas. 


Para chegar lá saimos de Belém pela BR-316 até a cidade de Castanhal e seguimos pela PA-136.


Antes de chegarmos a Castanhal, passamos pelos Municípios de Ananindeua, Marituba, Benevides, Santa Izabel.


Paramos em Benevides, inicialmente na floricultura da MIKa, uma japonesinha elétrica, que tem coisas lindas em sua floricultura e logo em seguida fomos para o  café da manhã na Doceria Sta Lúcia, de onde seguimos para Castanhal e os municípios  que visitamos, sempre com muita chuva, como é peculiar neste período no Pará.







TERRA ALTA  
Município com apenas 20 anos de criação, tem uma população de 10.000 habitantes.
É uma cidade privilegiada por seus igarapés de água mineral.É um verdadeiro paraíso para quem quer sair do sufoco da cidade e buscar tranquilidade. Terra Alta é um ótimo refugio para os que curtem a natureza!
Sua economia é voltada para a prestação de serviços e produção agrícola, comercializada com o município pólo da região - Castanhal, do qual dista 40 Km.



CURUÇA
Quanto a real fundação, a cidade de Curuçá em decorrência da Provisão Regia de 23 de setembro de 1652 foi  sancionada pelo então Rei de Portugal D. João IV, isto em pleno  século XVII, portanto a quase 370 anos. 

A 28 de maio de 1653, os padres jesuítas Mateus Delgado e Manoel de Souza receberam como missão do padre Antonio Vieira a incumbência de levarem a cruz, a fé e o evangelho às já existentes 135 aldeias catalogadas pelo bispado do Pará, entre as quais se incluia a aldeia de Curuçá.


Vale ressaltar que a principio a povoação localizou-se no Abade, depois que fora transferida para o local onde atualmente se encontra a cidade, isto é para que ficasse mais protegida a aldeia contra as investidas dos colonos que seqüestravam os indios da aldeia passando por cima da autoridade dos missionários que administravam a missão.


Sua elevação à categoria de vila deu-se em 1757, por Dom Francisco Xavier de Mendonca Furtado (Governador e Capitão General do Pará, e irmão do Marques de Pombal) no dia 03 de Julho do mesmo ano com o nome de Vila Nova de El Rey, por sua Excelência Desembargador Ouvidor Geral; E foi extinta em 1833 e restabelecida somente em 1850 através da Resolução Governamental n°167 de 21 de novembro daquele ano, com o primitivo nome de Vila de Curuçá. 


A Vila de Curuçá só foi emancipada politicamente com a elevação à categoria de cidade pela Lei n° 236 de 14 de maio de 1895, ato do então Governador Dr. Lauro Benjamim Sodré, esta foi a primeira grande conquista de Curuçá.



A segunda maior conquista do Município de Curuçá, nos últimos tempos foi a criação da Reserva Extrativista Marinha “Mãe Grande” (a fim de conscientizar a população a preservar o manguezal e as especies habitantes do mesmo) por ato do Governo Federal, pelo Presidente da Republica Fernando Henrique Cardoso.

A base econômica do estado esta assentada na pesca e na agricultura.
O extrativismo de pescado e frutos do mar é a principal atividade econômica do município de Curuçá, a pesca artesanal é responsável pela captura de toneladas de peixes de varias espécies, que além de garantir o próprio consumo, Curuçá ainda ajuda a abastecer outras cidades do nordeste paraense e feiras livres de Belém.

A vila de São João do Abade, esta entre os importantes terminais pesqueiros do estado, aqui funciona uma das principais Indústrias de pescado do Pará, a empresa exporta peixes beneficiados para a Europa e os Estados Unidos da América.

Curuçá também figura como um dos principais produtores de mariscos e frutos do mar, do município saem diariamente toneladas de carangueijo e mexilhão.

Aqui se encontram uma espace exótica de mexilhão que da na areia, o sururu, o turú e ostra, alimentos afrodisíacas que são encontrados no mangue.

Este setor atender a população no mercado municipal, o pescado também através da indústria é exportado para algumas cidades do Pará, como a capital Belém, castanhal e ainda para outros paises como os Estados Unidos da América e regiões européias.

O município de Curuçá, através do pescado e a indústria pesqueira em crescimento, emprega uma parte considerável da população.

Hoje o Município tem uma população de 30.000 habitantes.
                                                  Praça Bosque no centro de Curuça
                                               Prefeitura Muniiipal de Curuça
                                              Quiosque na praça de Curuça
                                                     Vista da Cidade e da Igreja Matriz 
                                    Área de Preservação Ambiental do Município
                                                          Igreja Matriz do Séc XIX
                                                        Ruínas do Primeiro Trapiche-1953



MARAPANIM
O território do município, localizado na zona fisiográfica do Salgado, pertencera, remotamente, à fazenda Bom Intento, fundada pelos Jesuítas em fins do século XVIII.

Com  uma estória intensa  de integração e desmembramento de municípios como Curuça, Vigia e São caetano de Odivelas, obteve finalmente foros de Cidade em 1895. Em 1931 foi novamente desmembrado de  Curuça.

Em divisão territorial datada de final de 1988, o município aparece constituído de 4 distritos: Marapamin, Marudá, Matapiquara e Monte Alegre do Maú.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.



                                              Pórtico de entrada do Município de Marapanim
                                                             Igreja Matriz de Marapanim
                                                           Salão anexo a Igreja Matriz
                                                              Orla Marítima de Marapanim
                                               Ruínas de prédios históricos de Marapanim
                                                           Casarios do Sec.XIX
                                                        Prefeitura Municipal de Marapanim
                                                         MARUDA -Distrito de Marapanim

                                                           Vista para o mar - Oceano Atlântico-Marudá
                                                        Pousada Toa Toa em Marudá
                                                              Detalhes da Pousada
                                                  Casa modernas no Distrito de Marudá
                                          Vista das barraquinhas na orla do Distrito de Marudá
                                                                     Orla Marítima de Marudá